Pensa em uma pessoa frustrada? Pensou?! Essa sou eu ... Estou totalmente desiludida com o fato de não ter ido ao Rock In Rio no Rio (?) esse ano.
Os motivos de eu não ter ido?
1º - Falta de $$$
2º - Eu tenho medo do Rio xD
3º - Mesmo que eu quisesse, meus pais NUNCA deixariam sequer eu pensar na possibilidade de viajar pra lá.
Tenho acompanhado o evento todos os dias por um canal de Tv por assinatura, mas mesmo assim. a sensação não é a mesma de estar lá ao vivo e a cores... O show de abertura internacional da Katy Perry foi sensacional! Me arrependo de não ter ido no show que ela fez ontem (dia 25/09) na Chácara do Jokey, em SP. O cenário, do Rock in Rio, pelo menos, estava uma graça! Ela caprichou no figurino também e dua dedicatória da música "Thinking Of You" para os fãs brasileros foi o ápice!
Não consegui assistir o show completo do Stone Sour no sábado, mas o pouco que vi, amei! O Corey Taylor possui uma das vozes masculinas mais lindas que já ouvi. O "cara" é uma simpatia e muito carismático.
Domingo foi o dia do Metal! Logo tivemos o show do Angra com a Tarja Turunen, ex-Nightwish como convidada. Fantásticos, mas o som estava de péssima qualidade. Os microfones muito baixos e o instrumental muito alto. Isso desvalorizou muito as vozes dos vocalista. Na música "The Phantom of the Opera" (O Fantasma da Ópera), na qual Tarja alcança as notas mais agudas, quase não se percebe a voz dela. Tirando isso, o show foi muito bom, embora eu ache que ela deveria ter ccantado mais músicas.
O show que me roubou a atenção nesse dia, que por enquando está em 2º lugar pra mim (em 1º se encontra a Katy Perry, você vai saber porque), foi os Slipknot. Que show fantástico, confesso que pulei demais no quarto, enquanto assistia. Essa banda é muito melhor ao vivo do que no cd, embora uma coisa que eu odeio e foi um dos motivos de eu deixar de gostar mais dessa banda foi a quantidade excessiva de palavrões ditas pelo vocal (Corey Taylor - o mesmo de Stone Sour). Desnescessário esse uso escessivo de palavrões. A cada 10 palavras ditas por ele, 11 eram palavrões. Até de "motherfuckers" ele chamou o público e todo mundo aplaudiu ¬¬'. Esse eu achei que foi o ponto fraco. Fora isso, que showzasso!
Agora espero no próximo sábado, os meninos do Maroon 5 e no domingo, Pitty, Evanescence e Guns N' Roses. Confesse que um dos maiores motivos de eu estar frustrada por não ir ao evento é porque mão verei e ouvirei Evanescence ao vivo. Como devem saber, essa é minha banda favorita. Só fui no show de 2007 aqui em SP e gostaria de ir de novo. Espero que eles retornem para SP logo.
Por enquanto, fico por aqui.
Volto semana que vem falando dos shows esperados.
Até,
Juliana
Blog criado para exposições de ideias, opiniões e pensamentos meus sobre variados assuntos para praticar meus textos jornalísticos. Criado também a fim de compartilhar informações e vida pessoal com amigos.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A necessidade de ter alguém
Atualmente, vivemos em mundo em que "estar sozinho" chega a ser quase um crime. Essa não é uma expressão de "estar sozinho sem família", "estar sozinho sem amigos" ou "estar sozinho sem ninguém". É uma expressão que indica "estou sozinho, sem ninguém para 'amar' ".
Afinal, o que é amar? Esse amor de namorados? É uma coisa que eu custo a acreditar. Não quero dizer que namorados não se amam, só quero dizer que para amar se leve um certo tempo. Explico melhor minha teoria com um exemplo simples: um casal de namorados que começou a namorar há uma semana e já dizem se amar, se chamam de "amor". Nisso eu não acredito. A tal "flechinha do Cupido" não existe, gente. Primeiro, que nesse momento em que se começa a namorar, o casal acabou de sair da relação "amizade" para algo mais sério. Mas, não é amor. Esse momento, devo dizer que pode ser descrito como "paixão", pois tudo o que você ver, ouvir, perceber da pessoa será maravilhoso. Nesse momento um só pensa em agradar o outro e vice e versa. É claro que não vai demonstrar suas manias e defeitos.
O amor só acontece quando os defeitos, aqueles mais chatos que os outros não suportam são suportados pelo casal reciprocamente. Você percebe o defeito daquela pessoa e não se importa, você ama, aquele defeito, pois faz da pessoa quem ela é. Isso é amor. É querer passar o resto da vida em compromisso com a pessoa, querer envelhecer e morrer junto.
Por esse motivo que critico casais novos. Uma hora estão cheio de amores, é "eu te amo" pra cá, "eu te amo" pra lá... E quando de repente o namoro acaba? Cadê aquele "amor" todo? É um sentimento instantâneo agora? Do jeito que aparece, some? Que só deixa sofrimento e rancor depois? Por isso, deve-se pensar bem antes de dizer "eu amo você" a uma pessoa.
Voltando a minha reflexao sobre "a necessidade de ter alguém", digo que todas esses namoros começados e terminados cedo, todos esses sofrimentos são causados por essa suposta necessidade. O pessoal TEM que estar com alguém, TEM que namorar alguém, TEM, TEM, TEM... Acho que pode ser até um tipo de carência. Os namoros hoje em dia começam do nada, acho que ambos (o casal), a maioria deles pelo menos, só fica junto porque quer alguém. Culpa da sociedade também. Why the hell existe o dia dos namorados? Pra quem tem um (a) dar e ganhar presente, pra quem não tem, arrumar um e pra quem não consegue, se afundar na cama e chorar até dormir. BESTEIRA a sociedade criou essa data pra aumentar o mercado de consumo. E as pessoas ainda falam que é uma data especial...
Pra quê todo esse sofrimento? Por que ficar correndo atrás de alguém? Não digo que todo mundo deve morrer sozinho, mas digo para ninguém ficar se corroendo, querendo morrer porque não arranjou uma pessoa até agora. Toda panela tem sua tampa, minha gente. O amor vai bater na porta, mas não espere um amor imediato. Já disse que este virá depois. Por isso, poupe o sofrimento e aproveite a vida enquanto está sozinho, porque depois que estiver com alguém, a vida será aproveitada de outra forma. Viva os dois lados de tudo. E casais novos: cuidado para quem e porque dizem "eu te amo".
Juliana A. Nascimento
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Pensando e escrevendo: A Música
Pensando e escrevendo: A Música: "Antes de ler, coloque a musica que mais fez parte da sua vida." O que a música faz comigo, que no mesmo tempo que eu me entristeço eu m...
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Minha vida com a Lygião

Olá! Eis mais uma semana de friozinho começando em SP...
O texto de hoje me inspirei em somente uma pessoa: minha grande amiga Lygia Blasques, que estuda comigo. Nem sei dizer pontualmente como começou nossa amizade, mas sei que começou (de repente) e tenho toda a segurança para falar que será para sempre :)
Antes nós nem nos falávamos, até confesso (e já confessei a ela) que a achava uma pessoa muito calada e fechada antigamente, mas depois de conhecê-la melhor, percebi que não era nadica de nada do que eu pensava. Estou para ver menina mais sorridente, mais "louca", mais original que ela. E mais uma coisa: se parece muito comigo em muitos aspectos: roupas, música, livros, filmes. Já alhe disse que deveríamos ter nascido irmãs!
Passamos por poucas e boas no 3º Semestre na faculdade (aqueles quase 2 meses em que ficamos quase todos os dias indo dormir as 5h da manhã e acordando 2/3 horas depois para ir trabalhar). Essas horas "rachando o coco" de madrugada serviram para eu perceber a relação de companheirismo que nossa amizade desenvolveu.
Nós nos divertimos muito, em tudo! Aulas, passeios (não foram muitos até agora, mas foram os melgores!), músicas (ela não gosta de Evanescence, mas tudo bem rsrsrs), conversas dos outros, "zoando" com os professores... Ha! Coitados dos que caem em nossos SMS's durante as aulas! O veneno escorre pelas telas de nosso celulares (rsrsrs). Mas, fique sabendo que atrás de toda essa crueldade nossa, existem moças boazinhas, viu? Bem no fundo, mas existem xD.
Não vou mentir que a faculdade só tem graça por causa dela ( e em 2º lugar por causa do meu cabeludo - outra boa história que vou contar, ainda!- e 3º por causa do prof de Economia! (ahauhauah) ). A gente ri o tempo, todo! Nunca vi... Principalmente quando há objetos não identificados na boca dos professores. (Não poderia esquecer desse fato da aula de segunda-feira passada).
Enfim, só tenho uma frase para definir a Ly: a Lygião pra mim é tudo!
Beijos, de batom vermelho ;*
Jujuba
O texto de hoje me inspirei em somente uma pessoa: minha grande amiga Lygia Blasques, que estuda comigo. Nem sei dizer pontualmente como começou nossa amizade, mas sei que começou (de repente) e tenho toda a segurança para falar que será para sempre :)
Antes nós nem nos falávamos, até confesso (e já confessei a ela) que a achava uma pessoa muito calada e fechada antigamente, mas depois de conhecê-la melhor, percebi que não era nadica de nada do que eu pensava. Estou para ver menina mais sorridente, mais "louca", mais original que ela. E mais uma coisa: se parece muito comigo em muitos aspectos: roupas, música, livros, filmes. Já alhe disse que deveríamos ter nascido irmãs!
Passamos por poucas e boas no 3º Semestre na faculdade (aqueles quase 2 meses em que ficamos quase todos os dias indo dormir as 5h da manhã e acordando 2/3 horas depois para ir trabalhar). Essas horas "rachando o coco" de madrugada serviram para eu perceber a relação de companheirismo que nossa amizade desenvolveu.
Nós nos divertimos muito, em tudo! Aulas, passeios (não foram muitos até agora, mas foram os melgores!), músicas (ela não gosta de Evanescence, mas tudo bem rsrsrs), conversas dos outros, "zoando" com os professores... Ha! Coitados dos que caem em nossos SMS's durante as aulas! O veneno escorre pelas telas de nosso celulares (rsrsrs). Mas, fique sabendo que atrás de toda essa crueldade nossa, existem moças boazinhas, viu? Bem no fundo, mas existem xD.
Não vou mentir que a faculdade só tem graça por causa dela ( e em 2º lugar por causa do meu cabeludo - outra boa história que vou contar, ainda!- e 3º por causa do prof de Economia! (ahauhauah) ). A gente ri o tempo, todo! Nunca vi... Principalmente quando há objetos não identificados na boca dos professores. (Não poderia esquecer desse fato da aula de segunda-feira passada).
Enfim, só tenho uma frase para definir a Ly: a Lygião pra mim é tudo!
Beijos, de batom vermelho ;*
Jujuba
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Campos de Inocência
Sei que há muito tempo não apareço por aqui... Mas ultimamente andam acontecendo coisas que certamente redem bons textos, e como futura jornalista, não posso perdem esses "furos", não é mesmo?
O que escreverei não serão contos, estórias fictícias. Serão sentimentos reais de uma moça que está passando (ainda) por uma fase de crescimento, principalmente emocional.
O título desse post já pode lhe trazer uma noção: trata-se do nome de uma música da banda Evanescence, que por um acaso é minha banda favorita. Ultimamente é a música que eu mais tenho me indentificado. Fala sobre a saudade da infância, da inocência, e a difícil transição que é, quando deixamos tudo isso.
O que vem me acontecendo ultimamente?
Bom, tenho sofrido. Não é um sofrimento de infelicidade, disso tenho certeza, pois sou filha de Deus, salva por Jesus Cristo. Isso quer dizer que, já sou feliz por natureza.
Meu sofrimento trata-se de falta de maturidade. Percebi a pouco que não tenho maturidade para enfrentar determinadas situações. Não tenho maturidade para assumir uma vida adulta, tanto que já me canso da vida que levo agora. Não é um cansaço de "quero morrer", é um cansaço de "quero ficar só um dia em casa sem fazer nada", coisa que não posso fazer pois tenho muitas responsabilidades. Não quero perdâ-las, pois amo tudo que Deus tem dado pra mim. Amo tocar piano, fico agradecida a Deus por ter dado toda a base pra que eu pudesse seguir meu curso em frente. Deus está sempre porpocionando grandes coisas para mim.
Minha falta de maturidade também se estende a pessoas. Não sou madura nem mesmo para deixar as pessoas que amo irem. Isso é um pensamento egoísta de minha parte, sei disso. É que tenho medo de ser deixada, esquecida, abandonada. Sei que não sou uma filha, irmã, amiga perfeita, sempre cometos erros e sempre tenho medo de que meus erros possam afastar as pessoas que amo. Tenho medo de que me deixem, sendo que um dia vou ter que deixá-los também.
Por isso a falta da infância, quando eu vivia cada momento, dia por dia. Não haviam preocupações, responsabilidades... Só bastava viver. Não havia maldade pra mim, apenas inocência.Agora percebo o quão má eu sou, agora percebo que meu mundo não é mais "cor-de-rosa". Eu quero e não quero crescer, pois tudo tem seus lados bons e ruins. Não quero entrar em detlahes quais são, pois tenho certeza que todo mundo sabe...
Essa semana chorei quase todos os dias, ontem principalmente. Pedi tanta, tanta maturidade a Deus pra que pudesse enfrentar tudo. Hoje ainda sinto uma certa melancolia, está passando, mas vejo que estou sempre a beira das lágrimas.
As vezes chego a pensar que essa serei eu, adulta. Uma mulher sensível, que chora por tudo, não mais aquela adolescente com "coração de pedra", que nunca chorava por motivos banais, como histórias de livros.
Desde o início do ano que ando percebendo essa mudança emocional em mim, cheguei até a pensar que era TPM, mas nenhuma mulher tem isso durante o mês inteiro.
Enfim, agora que desabafei, sinto-me melhor, mais animada. Só espero que a parttir de agora minha "animação" volte.
Até mais, caro (a) leitor (a).
Em breve, mais textos aqui...
Att.
Juliana
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